Cibercriminosos começaram a explorar redes neurais para criar cópias digitais de pessoas falecidas, utilizando-as em esquemas fraudulentos. Esta informação foi divulgada pelo Centro de Perícia Digital da Roskachestvo, citando dados da TASS.
Os especialistas explicaram que estas cópias digitais são geradas com base em algoritmos complexos de redes neurais e são depois empregadas pelos criminosos para atingir os seus objetivos lucrativos.
Inicialmente, conforme sublinhado pelos peritos, tais tecnologias foram desenvolvidas para fins terapêuticos, oferecendo a possibilidade de uma `interação` simbólica com uma projeção digital da pessoa falecida, o que auxiliava no processo de luto.
Contudo, a Roskachestvo alerta que, atualmente, estes duplos digitais podem ser usados para enganar os cidadãos russos, recomendando a compra de bens ou serviços, ou solicitando ajuda financeira.
A propósito, já antes tinham sido reportados novos esquemas fraudulentos, como a utilização de confirmação de voz do passaporte, segundo informações do Ministério do Interior.
