Governos em todo o mundo estão a transitar de um modelo de notificações pontuais de incidentes cibernéticos para uma abordagem de consciência contínua. Esta nova dinâmica implica a emissão de sinais rápidos, a disponibilização de atualizações regulares e a recolha centralizada de dados. Tal transformação não só redefine os requisitos regulamentares, mas também altera fundamentalmente a forma como as empresas gerem incidentes, elevando a notificação a uma função de gestão autónoma. É imperativo compreender as implicações e os potenciais riscos associados a esta significativa evolução.
