Para o diagnóstico e tratamento da lombalgia, os principais especialistas a serem consultados, geralmente em ordem de prioridade, incluem:
1. Ortopedista
O ortopedista é o profissional primário para avaliar dores na coluna, como a lombalgia, investigando problemas em ossos, articulações, músculos e ligamentos.
Além da lombalgia, o ortopedista trata condições como hérnia de disco, artrose, escoliose, tendinites, bursites, lesões musculares, fraturas ósseas e dor cervical. Ele também acompanha deformidades posturais e síndromes dolorosas crônicas do sistema musculoesquelético.
2. Reumatologista
O reumatologista é indicado para diagnosticar doenças inflamatórias que causam dor lombar, especialmente se persistente ou acompanhada de rigidez matinal. Pode identificar condições como espondilite anquilosante ou outras doenças autoimunes.
3. Clínico geral
O clínico geral é frequentemente o primeiro ponto de contato para dor lombar. Ele avalia os sintomas iniciais, oferece tratamento básico e, se necessário, encaminha para especialistas como ortopedista ou reumatologista.
4. Neurocirurgião
O neurocirurgião é procurado em casos de suspeita de compressão de nervos ou medula, como hérnia de disco grave. Ele avalia a necessidade de intervenção cirúrgica quando tratamentos conservadores falham.
5. Fisiatra
O fisiatra é um especialista em reabilitação focado na recuperação funcional da coluna, utilizando tratamentos não cirúrgicos para reduzir a dor e melhorar os movimentos.
Quando marcar consulta
É aconselhável procurar um especialista em lombalgia ao apresentar sintomas como:
- Dor lombar persistente;
- Dor que irradia para pernas ou glúteos;
- Dificuldade em andar ou realizar atividades diárias;
- Sensações de choque, formigamento ou queimação no glúteo ou perna;
- Incapacidade de permanecer sentado ou em pé por tempo prolongado.
O diagnóstico da lombalgia baseia-se na avaliação dos sintomas, histórico clínico e de traumas, e exame físico. O tratamento varia conforme a causa e pode envolver repouso, medicação (analgésicos, anti-inflamatórios, relaxantes musculares), fisioterapia e exercícios. Em casos graves, como fraturas ou compressão nervosa severa, a cirurgia pode ser indicada.
