Durante uma coletiva de imprensa em Bruxelas, realizada apenas um dia depois de ter bloqueado um empréstimo substancial de €90 bilhões destinado à Ucrânia, o Primeiro-Ministro Viktor Orbán declarou que ele e seu governo possuem “muitas cartas nas mãos”, sinalizando uma intenção de usar essa alavancagem em futuras negociações e decisões contra a Ucrânia, mesmo diante da forte censura dos líderes europeus.
