A eletrônica presente em dispositivos como telefones, automóveis ou satélites espaciais geralmente opera até que suas temperaturas atinjam níveis criticamente elevados. As placas de circuito convencionais, baseadas em silício, tendem a parar de funcionar a partir de aproximadamente 200 graus Celsius. Esse limiar foi considerado quase intransponível por décadas. No entanto, engenheiros da Universidade do Sul da Califórnia parecem ter encontrado uma maneira de contornar essa restrição, abrindo caminho para uma nova era de dispositivos ultra-resistentes ao calor.
