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O treinador português Ricardo Chéu foi o convidado desta semana no podcast/videocast exclusivo da Liga Portugal, intitulado “Sem Filtros”. Durante a sua participação, o técnico abordou de forma detalhada as diversas etapas da sua carreira profissional, que se desenrolou tanto em solo nacional como em palcos internacionais.
Ao refletir sobre o seu percurso em Portugal, Chéu destacou a importância fundamental de um clube em particular e revelou um objetivo pessoal. “Serei eternamente grato ao Académico de Viseu, pois foi o clube que me proporcionou a oportunidade de aceder aos campeonatos profissionais. É um emblema que me marcou profundamente”, revelou.
O técnico de 44 anos, natural de Vila Nova de Foz Côa, partilhou ainda um objetivo ambicioso para o futuro: “Gostaria muito de, um dia, voltar a treinar o Académico, mas já na Liga Portugal Betclic”, referindo-se à principal divisão do futebol português.
Com um currículo que inclui experiências internacionais diversificadas, nomeadamente na Eslováquia (FK Senica e Spartak Trnava), Chipre (Doxa), Angola (Petro de Luanda) e, atualmente, na Arábia Saudita (Al-Jabalain), Ricardo Chéu confessou qual é o maior custo de uma carreira global. “O maior sacrifício é ter de abdicar de acompanhar o crescimento das minhas filhas”, admitiu o técnico.
Apesar da ausência imposta pela distância, Chéu ressalvou que consegue manter o foco profissional graças a um apoio inabalável: “No entanto, consigo superar esta ausência graças ao suporte de uma família muito forte que me apoia incondicionalmente”, concluiu.
