Sete Esquemas de Fraude Mais Comuns em Plataformas de Anúncios Online: Alerta do Ministério do Interior

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Foto: Ekaterina Yakel / Lenta.ru

O Ministério do Interior da Rússia, através do seu canal no Telegram “Boletim da Ciberpolícia da Rússia”, alertou os cidadãos sobre os sete esquemas de fraude mais comuns utilizados em plataformas de anúncios online. Estas táticas visam enganar utilizadores incautos e roubar-lhes dinheiro ou dados pessoais.

A fraude mais frequente consiste na venda de bens ou serviços inexistentes. Os golpistas publicam anúncios (por exemplo, oferecendo produtos Apple a preços muito baixos), recebem um adiantamento da vítima e, subsequentemente, cortam todo o contacto, desaparecendo com o dinheiro.

O segundo método mais comum é o phishing através de páginas de pagamento falsas. Os criminosos enviam às vítimas links para sites fraudulentos que simulam serviços de pagamento conhecidos. Quando o utilizador insere os seus dados bancários nessas páginas enganosas, as informações são imediatamente capturadas pelos golpistas.

Além disso, os golpistas enganam as pessoas, fazendo-se passar por empregadores e oferecendo empregos ou trabalhos a tempo parcial bem remunerados que nunca se concretizam. Outro truque comum é a extorsão de dinheiro sob o pretexto de “reembolso”. Após uma transação supostamente falhada (muitas vezes encenada), o fraudador, fingindo ser o suporte técnico, oferece-se para “devolver o dinheiro”, solicitando os dados do cartão ou um código SMS para “confirmar a operação”, que na verdade serve para autorizar um roubo.

Outros esquemas populares incluem o roubo de dados pessoais através de acesso remoto ou software malicioso, bem como a engenharia social. Neste último cenário, os golpistas simulam o hackeamento ou roubo da conta da vítima e, em seguida, contactam-na, fazendo-se passar por funcionários de bancos ou outras entidades oficiais. Exigem que o dinheiro seja transferido para uma “conta segura” ou que informações confidenciais sejam divulgadas sob a ameaça de perdas financeiras.

Anteriormente, foram registados casos de golpistas que utilizavam sites de encontros, fazendo-se passar por militares ou médicos. Criam histórias comoventes para ganhar a confiança das mulheres e, posteriormente, as enganar, pedindo dinheiro sob diversos pretextos.